
Hoje ao final do treinamento estava conversando com os Juvenis e Juniores sobre mais um traje de competicao que surgiu no mercado, agora de uma outra marca que antes trabalhava mais com triatletas. Tambe li um
recente artigo que saiu no ABC
News nos Estados Unidos se refere a um estudo feito por
pesquisadores da
University of Alabama que tentaram descobrir o motivo de tubarões poderem alcançar a incrível velocidade de até 50 milhas por hora (cerca de 80 km por hora). O estudo ainda em fase de análise e comprovação relata sobre como os tubarões ao longo da evolução adquiriram uma característica especial que recobre sua pele. Uma das características que define os tubarões é a presença de escamas semelhantes a dentes que cobrem sua pele e são denominadas de dentículos
dérmicos. São estes dentículos que fazem com que a pele do tubarão pareça uma lixa. Agora os pesquisadores simularam a pele do tubarão para
observação em laboratório e descobriram que o tubarão quando está em velocidade consegue elevar
milimétricamente estes dentículos fazendo que gerem-se minúsculos turbilhões em depressões sob cada um deles, simulando um efeito igual ao de uma bola de golfe que consegue "viajar" uma distância muito maior devido 'as peq

uenas depressões em sua superfície. Explicando sucintamente (e não teoricamente que demoraria) isto faz com que o tubarão tenha
reduzidíssimo efeito de atrito na água podendo aumentar em muito sua
velocidade. Mas qual o motivo de eu aliar esta
notícia para a tecnologia. Os
maiôs da
TYR já utilizam um pouco desta teoria, mas imagine o que vai poder ser feito em termos de tecnologia dos trajes de competição com a
nanotecnologia nos tecidos num futuro não tão distante. Alguém dúvida que pode ser inventado algum tecido que em velocidade possa ter suas micro estruturas se elevando? Pode ser que eu possa estar imaginando muito, porém quando se verifica que até mesmo em chicletes já se utiliza a tecnologia para se preservar por muito mais tempo o sabor.... o que pensar? Ao lado fotos dos dentículos da pele do tubarão.
Nenhum comentário:
Postar um comentário